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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007
Segure-se quem puder!!!
The ultimate insurance!!! E acho que a moda tem tudo para pegar! Ontem vi no site do meu provedor o lançamento do mais novo tipo de seguro brasileiro: seguro contra violência. Ora, Ora Ora! (como eu digo às crianças quando fazem pirraça) Não sei exatamente o que o seguro cobre, mas não é difícil de imaginar né: sequestro relâmpago? Bala perdida (de polícia e de bandido!!) Incêndio em ônibus? Ataque de menor de idade no sinal de trânsito? Fico imaginado a situação do segurado: "Alô?" "Pois não?" Quero registrar um sinistro e solicitar o pagamento de seguro" "Pois não senhor? Pode relatar o ocorrido?" "Minha mulher teve o carro roubado com meu filho dentro" "Foi latrocínio, senhor?" "Não, na verdade a polícia atirou nos pneus e o bandido bateu num poste. Então minha mulher e meu filho conseguiram sair do carro sob o fogo cerrado entre a polícia e o bandido" "Humm! Sinto muito senhor, mas se não houve mortes o senhor tem que pagar a franquia" "Como assim? Eles quase foram mortos!" "Quase né? Mas não foram! Aí, nesse caso, tem que pagar a franquia. Está no contrato, senhor." "Mas o carro quase capotou e ficou destruído" "Bom, senhor nesse caso vou transferir o senhor para o setor seguro de autos. Boa noite! É uma satisfação tê-lo como cliente".
sábado, 24 de fevereiro de 2007
Shopping toys
Fui às compras!! Melhor para Analu (como o tio Chico a chama). Psicólogo infantil em casa é assim mesmo gente! Comprar brinquedo não é mimar, é incentivar o desenvolvimento! Tá certo que a barbie mini vestida de rapunzel era quase irresistível! Oops! Brincar de trocar roupinhas é uma ótima atividade para a coordenação motora fina. Enfim, brincamos o dia todo. Com massinha - esticar, empurrar, enrolar - de princesa, matching de identidade, montar pinos, contar! Yep!! Lui adorou a massinha com jeito de areia. Ok! era um olho na brincadeira e outro no campeonatdo europeu. No fim, todo mundo comeu o bolo de madioca e o suco de acerola feito pela vovó! Ontem fiz nova avaliação no meu inglês, nada mal! Dei uma olhada também no Immigrant and Refugee Protection Act (IRPA)
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007
Leila Diniz and Me
Em agosto de 2005 eu já estava em plena atividade. Meus documentos já haviam sido enviados ao Canadá e já havia sido obtida a aprovação do HRSDC. O contrato de trabalho estava em minhas mãos (boa remuneração, direitos trabalhistas, plano de carreira). Agora era correr para traduzir toneladas de documentos, checar as regras para o skilled worker e enviar para a imigração, certo? Certo. Exceto pelo fato de que eu não conseguia obter 1 documento. A comprovação de que a pequena Ana Luísa poderia deixar o país. A luta por esse documento durou mais de 1 ano. Foi a mais longa espera da minha vida. Durante esse tempo eu precisei refletir muito. Era preciso que eu entendesse o que estava acontecendo. Se eu não era uma vítima do acaso, o que eu seria? Uma mulher de mais de trinta, a mom parenting by her own, uma profissional com a carreira em ascensão, uma brasileira completamente endividada. Eu estava lá e todas elas estavam também.
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